A trama é uma aventura policial, onde o protagonista, Robert Langdon, juntamente com sua nova parceira Sophie Neveau, criptóloga francesa, percorrem a França e Inglaterra em uma corrida vertiginosa contra o tempo, desviando-se de perigos que surgirão com mais força a cada passo, estranhamente antecipados pelo assassino misterioso.
Seguem em busca da resolução de um segredo histórico, perigoso e revelador, mantido através dos séculos pela seita secreta, Priorado do Sião, da qual Jacques Saunière, curador do Louvre era o seu último guardião.
A imagem surpreendente do cadáver do curador, no centro de um círculo de sangue e na disposição que formaria uma versão macabra do “Homem Vitruviano” de Da Vinci. Esta obra é o primeiro dos códigos deixados pelo pintor renascentista do século XVI que Langdon e Sophie terão que decifrar. No princípio, para obter pistas que os levassem ao assassino. Adiante, continuar decifrando os códigos contra o tempo, se tornará a única maneira de manterem-se vivos.
Langdon, professor de Simbologia na faculdade de Harvard, vê símbolos e significados supostamente ocultos por Da Vinci nas obras como a “Santa Ceia”, “Homem Vitruviano”e “Mona Lisa”.
A simbologia encontrada, inicialmente, no museu do Louvre é avistada por ele até na chamada “aberração”, ou “cicatriz” para alguns franceses: a moderna pirâmide de estrutura de metal com exatas 666 vidraças, instalada pelo antigo presidente Francês Miterrand diante do Louvre. O museu é um prédio construído há pouco mais de oitocentos anos.
Sob a visão do autor, podemos vislumbrar códigos e enigmas ocultos na arte de grandes expoentes, entre eles, Leonardo da Vinci que pertenceu à ordem secreta intitulada de Priorado do Sião, que teve como membros o pintor renascentista Boticelli, o escritor Victor Hugo, e o cientista Isaac Newton.
Surgem símbolos pagãos e sagrados, seqüências matemáticas, Yin e Yang e a Deusa Vênus, representada pela estrela cuja trajetória elíptica percorre os céus desenhando em seu curso o pentagrama.
O assassino, um albino da prelazia do Vaticano, Oppus Dei, aperta uma cinta com pregos de aço em sua coxa na prática perigosa da “Mortificação Corporal” para não permitir que a “carne” faça com que sua mente se desvie de sua missão.
A obra “Código da Vinci” é uma aventura policial ágil e instigante que mistura ficção e fatos verídicos, prendendo a atenção e estimulando a curiosidade dos leitores na medida em que os códigos e segredos vão sendo descobertos e desvendados.
O livro, com 475 páginas, pode ser lido com facilidade pelo leitor mediano. O relato em terceira pessoa é leve e com linguagem simples.
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