Das mais de 50 espécies de cactos existentes, 10 contêm propriedades alucinogénicas. A mais
conhecida é Lophophora williamsi , mais conhecida por
peiote. Esta espécie que cresce no sul dos E.U.A. e no norte do México, é usada em rituais há mais de 3000 anos e é considerada sagrada por várias comunidades indígenas. As tribos de índios comanches e navajos consomem peiote em cerimónias religiosas.
Entre personalidades que sentiram o efeito alucinogénico do cacto, encontram-se o escritor inglês Aldous Huxley que tomou mescalina (a substência alucinogénica extraída do peiote) e o físico inglês Francis Crick (em parceria com James Watson propôs um modelo tridimensional para a estrutura do DNA) que consumiu peiote várias vezes.
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