Em sua obra,o que é dialética,Leandro Konder aborda inicialmente,a dialética classificada na Grécia antiga,como arte do diálogo,ao
longo do tempo,passou a ser considerada a arte no diálogo.Ou seja,a arte de demonstrar,através de uma tese e argumentação,definições que expressem claramente os conceitos implicitos na discussão.
Para Aristóteles,Zenon foi o fundador da dialética.Enquanto outros filósofos defendiam que seria Sócrates,o fundador desta arte argumentação.
Através de uma discussão sobre a função da filosofia,Sócrates desafiou determinados generais a definirem o que era bravura,como também o que era política e justiça.
Sócrates pretendia demonstrar que só a filosofia era capaz de proporcionar instrumentos para que se pudesse compreender a essência de determinadas atividades profissionais,tais como,as atividades destes generais.
Pode-se dizer também que a dialética é o modo de se pensar as contradições da
realidade em permanente transformação.Imperioso lembrar,que Heráclito de Éfeso foi o pensador mais radical da Grécia.Para ele,tudo está em constante mudança.
No entanto os gregos consideravam essa concepção excessivamente abstrata e classificaram Heráclito como um filósofo obscuro.Optando assim,pela resposta de Parmênides,que ensinava que a essência profunda do ser era imutável.
Entretanto,a concepção metafísica prevaleceu,porque esta correspondia aos iteresses das classes dominantes sempre preocupadas em organizar sistematicamente de forma duradoura os conceitos e valores já existentes.
Destarte,a concepção dialética foi historicamente reprimida,forçada a ocupar uma posição secundária e condenada a exercer uma posição menos importante.Mesmo assim,a dialética não desapareceu,mas para sobreviver necessitou renunciar às suas expressões mais drásticas,conciliando-se com a metafísica.
Assim,Aristóteles introduziu principios dialéticos em expressões dominadas pelo modo de pensar metafísico.Em virtude do pensamento de Aristóteles,os filósofos não abandonaram por completo o estudo do lado dinâmico e imutável do real.
Giambattista Vico tambem contribuiu de forma significativa para o fortalecimento da dialética,com sua tese de que o homem não poderia conhecer a natureza,mas que poderia conhecer sua própria história.
Sendo assim,que esta formulação constituiu um poderoso estímulo a um método correto da compreensão da realidade histórica.
Já,Parmênides ensinava que a essência profunda do ser era totalmente imutável;e acrecentava que o movimento era o fenômeno de superfície.
Sobre Aristóteles,este mesmo ressalta que todas as coisas possuem determinadas potencialidades.E estas estão se atualizando.Ou seja,são possibilidades que estão se transformando em realidades futuras.
Aristóteles conseguiu impedir que o movimento fosse considerado apenas uma ilusão desprezivel,em aspecto superficial da realidade.
Konder Enfatiza também o amadurecimento do processo histórico e as condições que permitiram aos filósofos,uma compreensão mais concreta da dinâmica das transformações sociais.Aborda ainda,a questão dos iluministas e o plano de idéias que o originaram.
Em relação a Kant,o autor expressa a reflexão de Kant sobre a questão da exata natureza e dos limites do conhecimento humano.Complementa que Hegel concorda com Kant em um ponto essencial:no reconhecimento de que o sujeito humano é essencialmente ativo e esta sempre interferindo na realidade.
Na visão de Marx,a dialética em Hegel estava de cabeça para baixo.Para Marx,Egel não foi capaz de analisar seriamente os problemas ligados à alienação do trabalho nas sociedades divididas em classes sociais.Marx admite que o trabalho é a atividade pela qual o homem domina as forças naturais,humaniza a natureza.
Konder explicita a questão sobre a natureza humana e a relação com o trabalho,refletindo com Marx,sobre a divisão do trabalho,propriedade privada e exploração do trabalho.Aborda também a questão do irracionalismo e a dialética,como fator mais exigente que o irracionalismo.Faz uma análise sobre o processo de superação do capitalismo sobre o socialismo e as formas mais complexas de Marx e Engels.
Em suas explicitações finais,o autor enfatiza a função da dialética e o questionamento que esta mesma proporciona em fatos relacionados ao passado à luz do que acontece no presente!longo do tempo,passou a ser considerada a arte no diálogo.Ou seja,a arte de demonstrar,através de uma tese e argumentação,definições que expressem claramente os conceitos implicitos na discussão.
Para Aristóteles,Zenon foi o fundador da dialética.Enquanto outros filósofos defendiam que seria Sócrates,o fundador desta arte argumentação.
Através de uma discussão sobre a função da filosofia,Sócrates desafiou determinados generais a definirem o que era bravura,como também o que era política e justiça.
Sócrates pretendia demonstrar que só a filosofia era capaz de proporcionar instrumentos para que se pudesse compreender a essência de determinadas atividades profissionais,tais como,as atividades destes generais.
Pode-se dizer também que a dialética é o modo de se pensar as contradições da realidade em permanente transformação.Imperioso lembrar,que Heráclito de Éfeso foi o pensador mais radical da Grécia.Para ele,tudo está em constante mudança.
No entanto os gregos consideravam essa concepção excessivamente abstrata e classificaram Heráclito como um filósofo obscuro.Optando assim,pela resposta de Parmênides,que ensinava que a essência profunda do ser era imutável.
Entretanto,a concepção metafísica prevaleceu,porque esta correspondia aos iteresses das classes dominantes sempre preocupadas em organizar sistematicamente de forma duradoura os conceitos e valores já existentes.
Destarte,a concepção dialética foi historicamente reprimida,forçada a ocupar uma posição secundária e condenada a exercer uma posição menos importante.Mesmo assim,a dialética não desapareceu,mas para sobreviver necessitou renunciar às suas expressões mais drásticas,conciliando-se com a metafísica.
Assim,Aristóteles introduziu principios dialéticos em expressões dominadas pelo modo de pensar metafísico.Em virtude do pensamento de Aristóteles,os filósofos não abandonaram por completo o estudo do lado dinâmico e imutável do real.
Em suas explicitações finais,o autor enfatiza a função da dialética e o questionamento que esta mesma proporciona em fatos relacionados à luz do que acontece no presente!