Sob ameaça, o stenoptinus insignis, espécie queniana, contrai 2 bolsas que possui na extremidade do abdômen,
mistura os
ingredientes
de cada uma delas numa câmara de combustão e assim gera um escaldante jato tóxico de cerca de 100°C. Tal jato não é contínuo, mas sim sucessão de até 500 pulsos por segundo. Esse sistema funciona como motor a jato da V1, onda a
mistura explosiva dos
ingredientes, provoca ejeção tóxica e simultaneamente pressiona um par de válvulas nas bolsas, cortando a entrada de reagentes. Caindo a pressão, as válvulas novamente se abrem, levando a nova explosão.