O livro “Onze anos de
correspondência: os machados de Assis”, de Maria Cristina Cardoso Ribas, publicado pela PUC Rio e 7
Letras, no ano de 2008, traz prefácio de Luiz Antonio Mousinho e apresentação de José Luís Jobim.
Como o título sugere a obra traz o resultado da pesquisa que analisa onze anos da
correspondência de Machado de Assis no Centro de Memória da Academia Brasileira de Letras.
A pesquisa traz, à luz de subsídios de teóricos como Barthes, Foucault, Derrida, Roberto Correia dos Santos e outros, as várias faces de Machado de Assis, como sujeito polifônico nas diversas modalidades de escritura, além dos relatos e delatos encontrados através da correspondência, que para a autora, em sua maioria aborda
assuntos já noticiados pela imprensa da época ou trata de assuntos referentes ao corpo, dessa forma, abordando a preocupação e o “cuidado de si”.
Além da correspondência, a pesquisa também estuda aspectos da ficção machadiana em obras peculiares como Memórias Póstumas de Braz Cubas e a Teoria do medalhão.
Letras, no ano de 2008, traz prefácio de Luiz Antonio Mousinho e apresentação de José Luís Jobim.
Como o título sugere a obra traz o resultado da pesquisa que analisa onze anos da correspondência de Machado de Assis no Centro de Memória da Academia Brasileira de Letras.
A pesquisa traz, à luz de subsídios de teóricos como Barthes, Foucault, Derrida, Roberto Correia dos Santos e outros, as várias faces de Machado de Assis, como sujeito polifônico nas diversas modalidades de escritura, além dos relatos e delatos encontrados através da correspondência, que para a autora, em sua maioria aborda assuntos já noticiados pela imprensa da época ou trata de assuntos referentes ao corpo, dessa forma, abordando a preocupação e o “cuidado de si”.
Além da correspondência, a pesquisa também estuda aspectos da ficção machadiana em obras peculiares como Memórias Póstumas de Braz Cubas e a Teoria do medalhão.