Distinguido com o prémio Pulitzer de 1960 pela reportagem sobre maus tratos e utilização de pacientes como cobaias
no hospital psiquiátrico de Milledgeville. Repórter rigoroso, sério e corajoso, utilizou a profissão como arma para lutar pela justiça e igualdade nos Estados Unidos da América. Escreveu sobre as
actividades persecutórias do Ku Klux Klan, o escândalo Watergate e os movimentos pelos direitos civis dos negros. Dos 55 anos de carreira, 35 foram a trabalhar no "Los Angeles Times". Morreu a 21 de Outubro de 2009, em Betesda, Maryland, EUA, de cancro.