Fernando António Nogueira Pessoa, defensor do
modernismo no séc xx, nasceu a 13 de Junho de 1888, em Lisboa e faleceu
no hospital de S. Luis a 30 de Novembro de 1935 devido a uma grave crise hepática.
Fernando Pessoa, viveu em Lisboa, até à morte do pai em 1893 e do irmão Jorge no ano seguinte, acontecimentos trágicos, em conjunto com o facto da sua mãe ter conhecido o cônsul de Portugal em Durban, levou-o a viajar até África do Sul.
Regressou a Portugal em 1905 e frequentou por poucos meses o curso de letras, tendo ido trabalhar com diversos escritórios em Lisboa em assuntos de correspondência comercial para se sustentar.
Ficou conhecido como o grande prosador do
modernismo em Portugal, expressando-se com seu próprio nome e atavés dos seus heterónimos: Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. As suas participações literárias tanto em prosa como em verso, espalhavam-se por várias publicações, tais como: Athena, Orpheu, Centauro...
Pessoa, efectuou uma procura de algo divino embora desconhecido, com recurso a todas as armas, metafisicas, religiosas, racionalistas, mas sem ter chegado a uma conclusão definitiva.
Os seus projectos intelectuais não se realizaram plenamente levando-o a um desespero profundo.
Em vida, Fernando Pessoa, apenas publicou um livro em português, um poema épico chamado "Mensagem", deixando espólio que ainda hoje não foi publicado.