José Martiniano de Alencar,
nasceu em Messejana no dia 1 de Maio de 1829. Ele foi um
jornalista, politico, orador,
romancista, critico, cronista, polemista e dramaturgo brasileiro.
Filho de um influente senador, José de Alencar formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária através dos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Era irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar.
José de Alencar é o grande nome da prosa romântica brasileira, tendo escrito obras representativas para todos os tipos de ficção românticos:
passadista e colonial (O
Guarani, 1857),
indianista (Iracema, 1865),
sertaneja (O Sertanejo, 1875).
Pode-se dividir, didaticamente, a obra de Alencar em
indianista (O Guarani, 1857; Iracema, 1865; Ubirajara, 1874);
urbana (Lucíola, 1862; Diva, 1864; Senhora, 1875),
regionalista (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e
históricos (A Guerra dos Mascates, 1873).
Grande expoente da literatura brasileira do século XIX,
Alencar entretanto não alcançou a fundação do Silogeu Brasileiro. Coube-lhe, entretanto, a homenagem de ser Patrono da Cadeira 23 da Academia, onde veio depois a ter assento talentos como Jorge Amado.
Obras: Romances :
Cinco minutos, 1856 A viuvinha, 1857 O guarani, 1857 Lucíola, 1862 Diva, 1864 Iracema, 1865 As minas de prata - 1.º vol., 1865 As minas de prata - 2.º vol., 1866 O gaúcho, 1870 A pata da gazela, 1870 O tronco do ipê, 1871 Guerra dos mascates - 1.º vol., 1871 Sonhos d'ouro, 1872 Alfarrábios, 1873 Guerra dos mascates - 2.º vol., 1873 Ubirajara, 1874 O sertanejo, 1875 Senhora, 1875 Encarnação, 1893 Teatro O crédito, 1857 Verso e reverso, 1857 Demônio familiar, 1857 As asas de um anjo, 1858 Mãe, 1860 A expiação, 1867 O jesuíta, 1875
Crônica:
Ao correr da pena, 1874
Autobiografia:
Como e por que sou romancista, 1873
Crítica e polêmica: Cartas sobre a confederação dos tamoios, 1856 Ao imperador:cartas políticas de Erasmo e Novas cartas políticas de Erasmo, 1865 Ao povo:cartas políticas de Erasmo, 1866 O sistema representativo, 1866
José de Alencar Morreu no dia 12 de Dezembro de 1877 no Rio de Janeiro