Com 166 páginas, lançado em 1996 pela Editora Best Seller, de São Paulo, este livro serviu de base para o recorde mundial extra-oficial do grande cestinha. Escrito na primeira pessoa, nele Oscar conta sua vida, com seu jeito direto e engraçado de falar. Nascido em 16 de fevereiro de 1958, em Natal, onde o pai, Oswaldo, era farmacêutico da Marinha, Oscar mudou-se com 13 anos para Brasília e lá, graças à atenção dos técnicos Zezão e Laurindo Miura, se apaixonou
pelo basquete.
Aos 15 anos foi convocado para a Seleção Brasileira Juvenil, e em seguida contratado pelo Palmeiras, de onde seguiu o técnico Claúdio Mortari para o Sirio, clube que lhe deu as maiores alegrias no Brasil, pois em 1979 se sagrou campeão mundial, no ginásio do Ibirapuera, sendo o herói da partida final contra o Bosna, da Iugoslávia.
Do Sirio Oscar teve
uma rápida passagem no América do Rio, depois foi para a Itália, onde se tornou herói do Caserta e do Pavia, passou pelo Valladolid, da Espanha, e voltou para o Brasil, contratado pelo Corinthians. Tornou-se secretário municipal de esportes de São Paulo, candidato a senador (só perdeu para o eleito Eduardo Suplicy), jogou no Bandeirantes de Birigui e no Flamengo do Rio.
Oscar é casado com Cristina e pai de Felipe e Stephanie. Seu irmão caçula, Emanuel Tadeu Schmidt, é uma das revelações do jornalismo esportivo e trabalha no programa Bom Dia Brasil, da TV Globo.
Sua vida é uma história de superação, vitórias, recordes, garra e muito amor pelo que faz. Sua maior alegria como jogador foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Indianápolis, em 1987, quando o Brasil surpreendeu os Estados Unidos na final, vencendo por 120 a 115.
O livro tem uma linguagem simples, direta e expressiva. É uma leitura recomendada principalmente para amantes do basquete e jovens e adolescentes em geral. Sua tiragem está esgotada na maioria das livrarias, mas ainda pode ser encontrado em muitos sites.
Mais críticas sobre Oscar Schmidt, a biografia do maior ídolo do basquete brasileiro