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Shvoong Home>Livros>Resumo de Ensaio da fala para a escrita seguindo teorias de Marcuschi

Ensaio da fala para a escrita seguindo teorias de Marcuschi

Resumo do Livro   por:PatriciaUmeko     Autores: Marcuschi; Luiz Antonio ; SAUTCHUK; Inez; PERINI; Mário A
ª
 
A proposta maior, que nos move para este trabalho, é repensar, funcionalmente, o ensino da Língua Portuguesa. Nossa analise parte do ponto de que o aluno não tem interesse de ler na escola os gêneros textuais ainda mais se for gênero literário. O aluno está cansado de ser um leitor passivo.Nossa proposta é que através da elaboração de atividades voltadas para as praticas de produção de texto desperte o interesse dos alunos pela leitura e o interesse pela produção de textos. Nos guiamos pelos PCNs 1998 que sugerem que o trabalho com texto se desenvolva na base dos gêneros textuais, sejam orais ou escritos e por Marcushi (2000: 19), quando afirma que o conhecimento do funcionamento dos gêneros textuais importa na sua compreensão e produção. Para tanto, tomamos como ponto central o estudo do autor em sua obra, a fala e a escrita em um processo de retextualizacao. Destaca que não se pode mais examinar a oralidade e a escrita como opostas mas, sim, que predomina, atualmente, a posição que considera ambas como atividades interativas e complementares no contexto das práticas sociais e culturais.Marcushi define o homem como um ser que fala e não como um ser que escreve, apesar da escrita ser um bem social indispensável para enfrentar o dia-a-dia, atualmente.Todos os povos têm ou tiveram uma tradição oral, mas poucos tiveram ou têm uma tradição escrita. Apesar disso, a oralidade não é mais importante do que a escrita ou esta mais importante do que aquela. A oralidade, no entanto, é a que, cronologicamente, apareceu primeiro.O autor faz distinção entre os termos letramento, alfabetização e escolarização. Destaca que a alfabetização é sempre um aprendizado mediante ensino e compreende o domínio ativo e sistemático das habilidades de ler e escrever; que há duas dimensões de relações no tratamento da língua falada e língua escrita: de um lado, oralidade e letramento e de outro, fala e escrita.No capítulo II - Da fala para a escrita: processos de retextualização – inicialmente afirma que a visão dicotômica da relação entre a fala e escrita não se sustenta mais; a escrita não representa a fala; elas são diferentes, mas as diferenças são graduais e contínuas.A retextualização, para ele, é um processo que envolve operações complexas, que interferem tanto no código como no sentido e evidenciam uma série de aspectos nem sempre bem compreendidos, da relação oralidade-escrita. Para fazer isto, precisa compreender o que foi dito pela pessoa, primeiramente. Marcushi ressalta que infelizmente não há pesquisadores que se aprofundem em questões de como se processa a ação de entendimento e compreensão que antecede o processo de retextualizacao de um texto escrito e, como se processa nos alunos em geral, completa que seguindo esse caminho pode-se alcançar a melhoras no que se diz respeito a essa questão aqui exposta.
A tarefa de ‘retextualização’ é, assim, uma oportunidade de revisitar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo da experiência lingüística (escolar ou não) do estudante, e que estão relacionados, como destaca Sautchuk, com os princípios apontados por Van Dijk (1996: passim 73): o princípio da fragmentação, o princípio da categorização, o princípio da combinação e o princípio da interpretação, e por Kato (1995: passim 73): o princípio da coerência. É uma forma de preparar o indivíduo para “ler como um escritor”, como sugere Cassany (1997: passim 119). É ainda um meio de reflexão sobre a língua e a sua produtividade semântica, um meio de aprender com a troca de experiências lingüísticas além de atualizar outros conhecimentos e ampliar a leitura de mundo, e de praticar uma ‘gramática de texto’. Além dos treinos de leitura e de produção de textos, em nossos estudos verificamos que Sautchuk também se preocupa com as estratégias didáticas de ensino da gramática, que interferem no desenvolvimento da competência comunicativa dos indivíduos.Entendemos que tanto esse tipo de aprendizagem (retextualizacao) quanto o da gramática dirigida à produção detexto devem pautar-se por um treino de estratégias, isto é, de um conhecimento consciente que leve o aprendiz a conhecer as características próprias da atividade que realiza e as que estabelecem uma relação entre o seu desempenho e o resultado dele.O aluno deve reescrever o texto, fazendo as “correções” necessárias e tornando-o mais claro, observando os princípios de adequação lingüística e verificando o atendimento à proposta da produção inicial: não se pode confundir retextualização com transcrição.Dever-se levantar os problemas comunicativos originados principalmente pela seleção vocabular inadequada. A partir do que se tentará uma demonstração dos níveis de perturbação do raciocínio e, por conseguinte, das falhas de argumentação que, por sua vez prejudicam a iconicidade textual, logo, atropelam o projeto comunicativo possivelmente previsto para o texto produzido.SAUTCHUK, Inez. A Produção Dialógica doTexto Escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. São Paulo: Martins Fontes, 2003PERINI, Mário A. Sofrendo a Gramática. 3ª. ed. 3ª. impr. São Paulo: Ática, 2000
Publicado em: 30 janeiro, 2007   
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  1. Responda   Pergunta  :    analise as assertivas a seguir e relacione-as ao tipo de variaçao linguistica ,respectivamente.variaçao apresentada em diferentes regioes de um mesmo pais ou em paises q falam a mesma lingua. Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    observe os dois enuciados. (1)nos vamos estudar lingua portuguesa.(2)nois vai estuda lingua portuguesa neste semestre.que variaçao(diacronica,diatopica,ou diafasica justifique s resposta Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    analise e diferencie(1) lingua ,(2)linguagem,(3)fala.g:()ato de concretizaçao da lingua. Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    analise e diferencie lingua , linguagem,fala .e:atividade sociale hitorica desenvolvida de forma interativa entre os individuos().f:()conj de todos os sinais q o ser human foi criado p interagi c outr Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    analise e diferencie,(1)lingua ,(2)linguagem ,(3)fala.b:manifestaçao particular da lingua() c:faculdade da especie humana().d:uma das formas de se organiza,efetivar,concretizar essa faculdade humana() Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    a parti da analise fizemos sobre a diferença entre lingua , linguagem efala relacione os itens a seguir.lingua(1),linguagem(2),fala (3),a: ()açao individual,com caracteristicas particulares . Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    compare as definiçoes de dados ,por fiorin , faraco, marcuschi e geraldi.oque ha em comum nas definiçoes ? que caracteristica da lingua e citada por todos eles? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    o que ha em comum nas definiçoes? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    diferença entre lingua e fala segundo marcuschi Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    uma imagem com homem trabalhando pode se chamar de placa educativa ou chrage? ( 1 Responda ) Veja tudo
  1. Responda  :    Pode ser com os dois nomes desde que a pessoa associe ao que esta imagem está demonstrando no momento ou onde a mesma esteja.Se está perto de obras e ou alerta paraos motoristas. sexta-feira, 21 de outubro de 2011
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  1. 1. vitor century

    A "ROBOTIZAÇÃO" NO USO DA LÍNGUA

    Para quê aprender a compor frases como um escritor? perguntará o aluno. não há grande necessidade de o fazer; além disso é muito exigente do ponto de vista da aplicação em esforço mental contínuo. Sabe falar, sabe descrever basicamente aquilo que os seus sentidos captam na realidade, e isso chega. Por outro lado, não é nada exigente o esforço de compreender os textos que generosamente um escritor qualquer publicou e que sempre o aluno teve uma curiosidade e um interesse particular específico em saber, seja esse conhecimento matemática, filosofia, medicina, direito, desporto ou engenharia.

    0 Classificação terça-feira, 30 de janeiro de 2007
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