Ninguém procura a terra do
Nunca Com alguém que
Nunca viu
Alguém
procura riquezas Que
Outro roubou
Daquele Ninguém é santo
Nunca jura que tem caso
Alguém afirma que um viu
Outro com
Aquela Pura intriga,
Aqueloutra é uma só,
Se faz, se fantasia, despeitada
Alguém há de achar
Nunca exagerado
Mas a prima
Vera vai parir
Conforme o encomendado
Começo desabusado,
Feito grilo no telhado,
Te deixou mais acordado,
Que duende enfeitiçado,
Na
mata não se mata se não se come,
Não se come se não se mata
Mais das vezes,
Que por outras é possível por prazer
Animal tem isto, mesmo fera
Outra vez vi, vindo de lá, vencendo íngremes encostas,
Um pastor com um alemão por detrás seguindo-o fiel como um cão
Faria
Farejaria seu amigo melhor se dessem a ele o que buscar
Não menos que farinha, que uns chamam assim a coca,
Cocadade
Aquela que cá chegou vinda de bandas outras.