Relato da vida árdua de uma comunidade grega no exílio, descreve as limitadas e constrangedoras condições que se viviam no
seu país, onde se viam obrigados a trabalhar os campos de algodão em troca de salários miseráveis.
O próprio Philippou Pierides passou a sua infância no Egipto e trabalhou numa empresa de comércio de algodão.
Esta obra é construída como um fresco humano de uma realidade, até hoje desconhecida para nós, onde se colocam em confronto duas culturas milenares num país em que a Natureza implacável dita as leis.
OS MERCADORES DE ALGODÃO, descreve, como foi escrito a vivencia de uma colónia grega em declínio no Antigo Egipto, onde a modernização do país começa a pôr em causa o domínio estrangeiro.
Escrito durante a II Guerra Mundial, o romance descreve personagens das quais não se conta propriamente a história, mas cujo retrato dá conta da existência de uma povoação isolada e, de certo modo, desolada que mantém um quotidiano decadente e procura sobreviver com dignidade aos novos tempos