A estória tem início na França, em Paris, onde vivia a familia Torres. Ana e Maria, eram duas irmãs que descobriram um velho livro sobre o Egito.
Ao pegarem o livro, de dentro dele, caiu
uma folha, que não pertencia ao livro, e que continha um enigma, e um mapa. Mostraram a André,
seu primo e queriam desvendar o mistério.
Por sorte, o seu pai, chamado Hugo, era embaixador e tinha recebido uma carta com o seu novo destacamento: o Cairo. Ficaram os três bastante contentes.
Foram pra o Cairo e lá, o seu pai organizou uma viagem para Sharm el Sheikh, ponto de chegada do mapa. Já pelo caminho, vão recolhendo pistas importantes para desvendarem o enígma.
No Mosteiro de Santa Catarina, descobriram, num livro algo que se referia a uma rosácea, outro enigma, mas que, por causa do tempo, não conseguiram descobrir. Chegados a Petra, a cidade Rosa, fizeram logo a associação, o enínigma da rosácea tinha algo a ver com essa cidade. Algo se passaria naquela cidade que os ajudaria a resolver o enigma.
Descobriram, então o
mosaico rosa e a maldição de Denmosis, que trataram de investigar.
Voltaram ao Cairo e foram visitar umas pirâmides. Maria, que tinha um escaravelho, tentou colocá-lo em todos os orifícios em que ele coubesse, na esperança que ele fosse uma chave.
Ao encontrarem o túmulo de Al-Kahun, sacerdote de Denmosis resolveram entrar, pois o escaravelho encaixara certinho na cavidade.
Tentaram colocar o mosaico rosa na matriz, mas o mosaico foi rejeitado. Voltaram a colocar o mosaico na matriz,mas desta vez, com uma rosa do deserto e chave da vida. O encaixe foi perfeito. A matriz começou a girar.
Ana formolou o seu desejo que era a anulação da maldição de Denmosis. Desvendaram o mistério e salvaram o povo egipcio da maldição.
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