A verdade é que já não há uma máfia, mas várias. Apenas em Itália, existem quatro organizações deste género:
Cosa Nostra, Camorra, Ndrangheta e
Sacra Corona Unita, cuja estrutura flexível lhes permitiu adaptar-se aos tempos e facturar 150 mil milhões de euros por ano. Segundo Forgione, 30 por cento dessa soma é reinvestida em negócios ilegais (extorsão, tráfico de drogas, armas e pessoas, agiotagem, jogo, falsificação, indústria do sexo) e o restante é branqueado em negócios legais, como obras públicas, reciclagem de desperdícios, turismo...