TRÊS HOMENS E SUAS MÃES - Ted escrevia para sua mãe todo dia. Ele sempre começava a carta com a mesma
frase: “Minha preciosa queridinha mainha”. - Frank era tão ligado a sua mãe que quando ele mudou-se para a faculdade ele pediu que sua mãe fosse com ele. Aquela faculdade foi Harvard, e ela foi. - Harry era mais apegado ainda com a sua mãe. Seus assessores freqüentemente ficavam frustrados porque sempre que Harry tinha uma decisão difícil ele queria ligar para a mãe dele, para pedir a opinião dela.
Um psicólogo hoje talvez diria que estes homens tinham uma obsessão com suas mães. Certamente diria que eram dependentes demais. Talvez diria que eram homens que não conseguiram se realizar sozinhos, homens inseguros.
Mas, Ted
Roosevelt (
presidente dos EUA de 1901-09) aquele que escrevia para sua mãe todo dia, não parece ter sido um homem dependente demais.
O primo dele Franklin Roosevelt (presidente dos EUA de 1933-45), que levou sua mãe com ele para Harvard - parece que conseguiu se realizar bem na vida.
Harry Truman, o sucessor de Roosevelt (presidente dos EUA de 1945-53), freqüentemente ligava para sua mãe da Casa Branca para pedir sua opinião. Ele não nos parece ser um homem inseguro ou dependente.
Depender de mãe ou confiar naquela que nos criou de fato pode ser um sinal de um homem que sabe valorizar o serviço humilde e abnegado daquelas cujo serviço muitas vezes é ignorado pelo mundo. Que todos nós saibamos valorizar as nossas mães.