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Shvoong Home>Livros>Resumo de Metacompetência

Metacompetência

Resumo do Livro   por:RosedeCastro     Autor : Eugenio Mussak
ª
 

Estar além da competência é ser verdadeiramente competente pelos padrões deste novo mundo . O título Metacompetência nada mais é do que uma metáfora que pretende chamar a atenção para o fato de que às vezes temos certa dificuldade de explicar por que uma pessoa é ou não competente e de tentar compreender nossa própria competência. Muitas vezes, a competência que interessa é invisível na medida em que não há como colocá-la adequadamente no currículo. Da mesma forma, na maioria das vezes, a competência não é percebida pelos exames, testes e entrevistas aplicados pelas escolas e empresas. Pessoas realmente competentes têm algo mais, uma espécie de brilho próprio, perceptível através da convivência e com a cumplicidade do tempo. Na verdade, estão além da competência conceitual. Falta convicção aos melhores. Essa convicção precisa ser construída, e isso só pode ser feito através do aumento da consciência, através do esforço para ampliar as janelas que iluminam nosso interior e nos permitem uma visão mais clara do mundo que nos rodeia e que depende de nós para tornar-se melhor.

O moderno mundo competitivo ainda premia as pessoas competentes, ou seja, as capazes de competir. No entanto, competitividade deixou de ser o último paradigma a partir do momento em que suas regras foram inteiramente interpretadas e codificadas, o que fez aparecer uma imensa legião de profissionais formados pelas escolas, pelas especializações e pela própria sociedade, como guerreiros pós-modernos, agressivos, combativos e competitivos.

O autor  não pretende discutir “novas” competências, e sim introduzir uma nova abordagem do conceito, uma proposta para que se possa ir além do convencional, do padrão, do standard, do lugar-comum. Às vêzes esquecemos que profissionais são antes pessoas, e não componentes de engrenagens autômatas como deseja a arcaica lógica da Revolução Industrial. Embora isso já seja senso comum, não raro ainda se observa uma forte discrepância entre a produção de profissionais e a construção de pessoas capazes de exercer profissões, o que seria o ideal.

É verdade que as empresas estão se voltando para a seleção de colaboradores com fortes qualidades pessoais e que os profissionais liberais mais procurados - entre eles médicos, dentistas, advogados, terapeutas, arquitetos e prestadores de serviços - são justamente os que aliam sólida formação técnica com evidentes qualidades humanas. É também verdade que, ainda que de maneira tímida, o modelo educacional adotado em nosso país começa a fazer  essa correção de rumo buscando formar pessoas, e não mais apenas informá-las.


Este trabalho do autor não contém um método de gestão do que quer que seja, mas tão-somente uma sugestão, uma visão ampliada do mundo do trabalho e da vida pessoal ou ainda um alerta para o fato de que investimentos em pessoas, por parte de escolas, empresas ou do Estado, onde sempre terão um retorno não apenas em termos de produtividade, mas também em termos individuais e sociais. Na maioria das funções, os melhores profissionais são também as melhores pessoas. E a responsabilidade é de cada um.

Esta obra não foi escrita para que fosse um compêndio sobre comportamento
humano nem um livro-texto com conteúdos teóricos, e sim uma literatura capaz de estimular o pensamento, gerar curiosidade, aumentar o espírito crítico e mobilizar pessoas em direção à recuperação de uma utopia: a de que é possível a construção de um mundo melhor através de pessoas melhores. Pessoas verdadeiramente competentes, ou “metacompetentes”, criativas, comunicativas, gregárias, estudiosas, comprometidas e visionárias.

As crescentes demissões são motivadas pelo empregado, e não pela empresa e ocorrem por deficiências humanas, e não por deficiências técnicas. Entre essas deficiências, encontram-se aspectos comportamentais como: dificuldade de comunicação, de convivência, de organização, de aceita

Publicado em: 14 maio, 2008   
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