Sistema Solar e o fim do mundo O Sol não pode ser observado diretamente, mas só através de equipamentos adequados. Sua
luz, na realidade se compõe de raios de várias
cores que são as do arco-íris e algumas chegam em proporção maior que as outras. Assim, quando as demais cores são refletidas, o Sol se torna vermelho no por do sol. Quanto mais espessa for a
camada atmosférica, mais ela retém as cores que compõem a luz solar, deixando passar só o vermelho. Em torno do núcleo encontra-se a fotosfera. Com métodos especiais de observação, constatou-se a existência da camada superior chamada cromosfera, um campo de fogo cujas labaredas correspondem a ondas de milhares de km de altura. A coroa solar só é observável nos eclipses. Na fusão nuclear solar, uma ínfima massa se transforma em grande quantidade de
energia. O processo em escala menor é a bomba de hidrogênio. A produção de sua energia é uma reação nuclear initerrupta. Se fosse combustão comum, já estaria extinto a muito tempo. Os jatos incandescentes denominados protuberâncias, podem atingir o diâmetro da Terra. Se o
Sol se apagasse, 8 minutos e meio mais tarde chagariam seus últimos raios e a Terra resfriaria, acabando a fotossíntese, chuvas e ventos. O fim do mundo não é mera fantasia, são previsões que ocorrerão. O Sol funciona há pelo menos 4 bilhões de anos, porém, quando todo o seu hidrogênio for transformado em hélio, daqui a 40 bilhões, a vida se extinguirá na Terra. Até lá muito provavelmente a espécie humana já não estará mais no planeta.
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