Último
romance
de Scott Fitzgerald, publicado em 1934, Suave É a Noite é
uma mistura perfeita de ironia, arrependimento e
prazer lírico.
Nele o autor deixa transparecer toda sua melancolia, envolvido pela
tragédia pessoal, como a doença mental da esposa,
Zelda, e o alcoolismo. Fitzgerald era ídolo da chamada geração
perdida, que viveu na Paris nos ano 20. A vida em comum não
é mais do que uma
farsa, dominados pelo tédio,
incapazes de dialogar, entre incessantes coquetéis, recepções,
dinheiro, notas nas colunas sociais, uma
felicidade de aparência
fica evidente. O romance com tom autobiográfico, seus
personagens tem uma carga de
realismo muito grande, retratando festas
e orgias organizadas pela classe mais abastada dos Estados Unidos,
tornando-se verossímeis aos olhos dos leitores.
Mais críticas sobre Suave É A Noite