Jesus prometeu voltar a Terra. Essa promessa pode ser encontrada em várias passagens neotestamentárias. Como e quando isso se dará é ainda um grande enigma para muitos estudiosos dos textos bíblicos. Há dois mil anos ele afirmou que somente o Pai sabia quando isso se daria, mas é claro que próximo a sua
vinda, ele e muitos de seus acessores estarão cientes sobre cada aspecto de seu retorno.
Há muitos que não acreditam em um contato objetivo do Mestre com a Humanidade material. Sua
volta seria apenas nas dimensões espirituais do planeta para separar o joio do trigo, ou seja, os seres que serão exilados para mundos inferiores daqueles que "herdarão a Terra", porque se fizeram mansos e humildes de coração.
Muitos religiosos professam a vinda de Jesus, descendo em grande poder e glória por sobre as nuvens, mas dentro de um conceito sectarista religioso e profundamente egóico.
Mas um terceiro grupo consegue unir as diversas expectativas em um
entendimento interessante sobre a "volta de Jesus". Trata-se de um grupo que uniu conhecimentos bíblicos, espiritualistas, espíritas e ufológicos. Bem se vê que para participar desse entendimento sobre a segunda vinda do Mestre é
preciso "conhecer" e estar aberto para múltiplas possibilidades, ou seja, não se pode estar "amarrado" a dogmas, preconceitos e posturas egocêntricas. Isso tudo sem perder o fio condutor do bom senso e da razão, iluminado pela esperança e pelo amor.
Para essas pessoas, Jesus voltará e será visto por todos, encarnados e desencarnados, porque virá julgar os vivos e os mortos - o grande juízo final.
A
expectativa é grande, não porque o Mestre virá resolver tudo o que pertence a nossa responsabilidade individual. A expectativa se faz porque a Terra será reintegrada à convivência cósmica com irmãos, extraterrestres, pertencentes a uma comunidade de mundos felizes (o reino dos céus). A Terra iniciará um novo ciclo evolutivo!
Esperamos o grande dia da Renovação, quando o ego e o
orgulho do mundo serão aniquilados pela presença de algo muito superior a tudo o que é grandioso do ponto de vista humano.
Aguardemos, cumprindo, é claro, todos os nossos deveres pessoais! Sua vinda não nos afastará nunca de nossas responsabilidades! Ao contrário, nos convidará novamente a "tomarmos a nossa cruz" (sermos responsáveis), "
negar a nós mesmos" (negar o nosso orgulho) e segui-lo na direção da grande família universal, que habita as muitas moradas da Casa do Pai.
A esperança é crescida! Nossas mentes se voltam para os céus, e nossos passos prosseguem sobre a Terra, onde, acreditamos, é preciso ainda caminhar!
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