Depois do chamado "boom" da narrativa latinoamericana. com figuras estrelares e reconhecidos internacionalmente, como Gabriel Garcia Marques, Alejo Carpentier, Mario Vargas
Llosa, Carlos Fuentes e Isabel Allende, entre outros, vale a pena destacar QUEACER literário de uma nova geração de
autores literários pós "realismo mágico". Essas novas perspectivas e buscas literárias assumem mais o centro urbano das cidades e suas tensões, os conflitos gerados pelo crescimento caótico, a marginalidade, o geto, o desemprego crônico, a deliquência, o poder absoluto, etc.<
br>Por aí podemos assinalar a
obra "
la fiesta
del chivo", de Mario Vargas Llosa, onde narram as peripécias e contradições daqueles que pretendiasm superar a cultura de corrupção e violência do ditador Leonidas Trujillo. Em "El paraiso em la otra esquina", Vargas llosa retoma os temas de viagem, o exílio e as contradições dos chamados gênios da arte. Aparece a obra de Rita Indiana Hernadez, que surge com força contra o reinado do patriarcado na América Latina.
Em seguida, tomamos novos valores literários como Jose Donosco, Alfredo Bryce Echenique, com "La amigdalites de Tarzan", e seu conto " Guia triste de Paris", de Luis Rafael Sanchez e o mesmo Puig.
Seguem Luis Sepulveda, Roberto Bolaño, Carmen Boullosa, Diaela Eltit, Mayra Montero, Marcelo Serrano, Guadalupe Loaeza.
Carlos Monsavais nos fala dos câmbios operados na América Latina no final do século, e Guadalupe Loaeza revela a figura da Zefa Mexicana em ''Simplemente Martita''. Admiramos e nos contagiamos com os mistérios das obras de Leonardo Padura Fuentes, ou as obras de Zoe Valdes, meditamos sobre os grandes integrantes da história da filosofia.
Nos cativam obras como "La piel del cielo", de Elena Poniiatowska, prêmio 2001 Alfaguara de novela, prêmio que Tomas Eloy Martinez ganhou em 2002, com " El vuelvo fr la reina".
Porém é mais amplo e variado o universo das mais novas produções literárias na América Latina, aí temos A. Alberto Fuguet, Eduardo Berti, Federico Andahazi e Ena Lucia Porteloi, da chamada Geração... Mc ondo.
´Segue-se a dúvida de uma reativação da
literatura Latino Americana, com novas vozes, novos cenários, que refletem as aspirações e sofrimentos de seus personagens, no mundo urbano sem rostos, caótico, imprevisivél, a linguagem dos autores é tambrém, rebuscada e não acabada.
Assumem um papel de prestígio o processo vertiginoso que o continete está vivendo, deposi do término do chamado "Estado del Bienestar", para entar no famoso "Salve-se quem puder".
As reflexões e interrogações destes novos mondos literários, tomas como referente a profunda catástrofe econômica e social, com repercussões na cultura e em nossas miras e visões.
Não podemos ouvir dentro destes novos horizontesde achados e buscas, a obra de Edmundo Paz Soldan, com suas histórias particulares que ensaiam novas técnicas literárias desta nova camada de escritores, falando sobre alguns que não remontaram o rio revolto? Ou não sabe do que estamos convencidos,e que alí há uma boa lveia literária, há material suficiente para prosseguie e a aprofundar o desenrrolo da literatura Latinoamericana, rompendo com os modelos inativos e pepetitivos que insistem em dormir no ponto depois do fenômmeno do"boom" na América Latina e suas repercussões na literatura universal.
A seguir leremoas estes novos autores.
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