Esta obra é um convite a todas as pessoas que têm ou já tiveram vontade de escrever um livro para que realisem
este sonho.
A autora busca desmistificar certos tabus e defende que todo mundo é capaz de escrever. Começa argumentando que o investimento na atividade de
escritor é muito pequeno em relação a outros negócios, os gastos são reduzidos e o material para produção é ilimitado. Defende que escrever deve ser uma atividade prazerosa.
Para escrever um texto bom não há regras, mas é necessário conhecer o leitor, dominar o assunto e dominar algumas técnicas de escritas (que não são necessariamente de ortografia ou gramática, mas que algo torne possível uma
narrativa fluida). É necessário ter cuidado, principalmente os iniciantes, para não escrever um texto que tenha significado somente para o autor e que não crie identificação no público. Ou um texto que tenha um linguajar refinado e muita informação técnica somente para exibicionismo do autor. Por mais bem intencionado que seja, o texto requer planejamento.
O autor que busca o sucesso deve assumir diversos papéis. Deve pesquisar, planejar, escrever, revisar e divulgar sua obra.
As narrativas devem ser ilustrativas, mas não é recomendado fornecer todas informações, de forma que acione a imaginação do leitor e ele visualise a cena a partir de seu próprio repertório.
A autora frisa que a inspiração para escrever boas histórias pode vir principalmente de obras já consagradas, e que isso não é considerado plágio, mas referência.
Os diálogos devem ser trabalhados de acordo com o contexto em que estão inseridos, adequados aos personagens e sempre com o objetivo de dar ritmo ao texto e torná-lo interessante.
Agora só depende de você escrever uma boa história e correr atrás da publicação... preste muita atenção ao mercado editorial e mãos à obra.