Romance russo de 1866. Em suas páginas, vemos de um
lado protagonista Raskólnikov, autor de um medonho artigo, publicado,
que conceitua o homem em duas categorias. Existem os ordinários, compostos pela massa sem iniciativa, e os extraordinários. Esses últimos, geralmente donos de idéias novas, que causam rupturas, são fundamentais ara o avanço da sociedade terrena. Os extraordinários teriam total direito sobre os ordinários – que podiam inclusive ser pessoas nocivas – para o bem da
humanidade. Deste modo, até mortes eram justificadas.
Do outro
lado, está uma velha agiota, a qual exatamente Raskólnikov deseja matar. A decisão final para tal empreitada só ocorre, entretanto, após ouvir indiretamente uma espécie de referendo a sua tese, em uma conversa travada numa taverna, entre um estudante e um oficial. No diálogo, fora defendida a idéia da morte de agentes nocivos em proveito da humanidade!