Eram
tempos tremendos para a
mulher sem marido, nos tempos de Noemí. Seus esposos morrem suas noras e as sogra viúvas devem
separar-se..assim cada uma de volta a sua tribo. O parentesco era fundamental e casar entre diferentes grupos era ficar desgastado. É assim que Ruth pensa, medita , decide " tua terra será minha terra, teu Deus será meu deus" com esta frase, interpretada como um ato de lealdade nos esquecemos de ler entre linhas ou momento da sobrevivência, ou instinto de Eros sobre THANATOS.Chega Noemí a sua terra, trocado seu nome a MARA, que significa amargura e apresenta a sua fiel nora. A lei de Goel( o cunhado ou parente mais próximo ao morto deve semear seu semente para manter o sobrenome do defunto) se põe em progresso. Mara ou Noemí cobertas e instrui à jovem para conquistar a Boaz.. e Boaz cai na armadilha. Se cativa da doce Ruth, a engravida e o primeiro filho, cujo nome é elegído pelas vizinhas... é Obed. Este é entregado no colo a Noemí que volta a ajustar um lugar na sociedade criando o filho de seu ex nora. Contradiz o antigo mandato Bíblico que reza" a sogra estará contra sua nora". A simples razão de tanto amor, sim filosofamos sobra a leitura subjacente é que ao não estar vivo o filho uma sogra nunca odeia a sua nora- Já desapareceu o Objeto do desejo. Lástima que todas queremos ser como Ruth porém nos esquecemos que uma nora é um mero acidente entre tanta discórdia já que a madre é a que deve cortar ou cordão umbilical quando o " homem e a
mulher abandonaram a casa de seus país e formaram novo casa" Gênese.