A continuação da história é melhor e mais espantosa do que o relato de hoje”. Com essas célebres palavras, a personagem Sahrazad, conseguiu adiar a sua
morte por mil e uma
noites consecutivas!
Esse é o mote da belíssima e clássica obra Livro das mil e uma noites. Passado séculos de iniciada a sua feição, a história, que não possui procedência exata – não se sabe com exatidão nem mesmo que é o seu autor – sobreviveu aos anos e as intempéries e está até hoje, mais vivo do que nunca. A cada ano, novas edições são lançadas, brindando leitores de todo o
mundo com tal narrativa.
Tudo começa quando o
Rei Sahriyar
descobre ser um esposo traído. Digno de uma explosão de “dor-de-cotovelo”, o homem percorre o mundo em busca de alguém mais infeliz do que ele próprio. Descobre da boca de uma jovem que “não se pode conter uma
mulher...”. Volta para o reino decidido a casar-se com uma mulher por noite, ordenando a morte das esposas no dia seguinte. Até que chega a vez de Sahrazad, que com o seu folhetim oral, literalmente vai levando o rei na lábia. A partir de então, são mil e uma noites que o mundo já conhece...
Mais críticas sobre As mil e uma noites