Um mosquito-fêmea chamado Aedes, ronda a pracinha onde crianças brincam. Tal qual as bruxas dos contos de fadas, ela está
à caça de novas vítimas para suas trapaças. Sua intenção é conseguir algumas gotas de sangue para procriar sua espécie.
Por outro lado, Dengão, uma das crianças, é um garoto inteligente e estudioso que adora se divertir com os amigos. No entanto, está sempre atento para as coisas que aprendeu na escola, por isso toma muito cuidado com a higiene pessoal e está sempre virando pneus e latinhas de boca prá baixo para evitar acúmulos de água, pois sabe que é ali que se formam os criadouros dos mosquitos transmissores da dengue
Um certo dia ele estava caçando mosquitos e encontrou-se com seu amigo Tico que achou muito engraçada aquela atitude. Foi quando Dengão explicou que naquela região havia sido detectado um foco do mosquito da dengue e que, alguma coisa tinha que ser feita. A principio seu amigo não entendeu como que um mosquitinho poderia causar tantos problemas, apesar de suas explicações.
Num belo dia eles convidaram a Juju para jogar peteca na pracinha e foi aí que o mosquito da dengue atacou. A pobre Juju ficou doente e se não fosse a pronta intervenção de seus pais, ela poderia ter morrido.
O livro busca conscientizar as crianças e os adultos quanto ao perigo que representa a dengue e os cuidados que se deve ter para evitar a proliferação do mosquito. O autor coloca coloca o mosquito Aedes como uma espécie de lobo-mau ( no caso – bruxa má) que quer atacar os três porquinhos e, como no clássico, ele sempre leva a pior. O personagem é do tipo "malandrão" e só quer prejudicar os outros, no entanto, sempre se dá mal...mas nunca perde a pose e promete sempre voltar...se as pessoas se descuidarem.
Escrito com muito humor, a o livro se transforme em uma peça teatral, fácil de ser montada. Sugere-se com teatro de fantoches.
O Peteca Eventos, grupo teatral de Campinas, está levando a peça nas escolas e eventos. Confira no site www.petecaeventos.com.br/dengao.htm