TRADUÇÕES DE WERNECK
COMO PREENCHER OS ESPAÇOS NA
VIDA.
Uma interpretação livre de uma história em francês. Interessante, “instrutiva”,
refrescante.
Prof de philo
Un jour un prof de
philo se présente devant sa classe avec une série d'objets inhabituels qu'il
pose sur son pupitre. Le silence de l'assistance étant acquis, le prof prend un
grand bocal à cornichons vide et propre et commence par le remplir, jusqu'au
bord, de pierres. Le prof demande à la classe d'étudiants si le bocal est
rempli: oui, répond la classe. Il prend alors un sachet de gravillons et le
verse dans le bocal qu'il agite et voilà que le gravier remplit tous les
espaces encore vide. Après cette manipulation, le prof repose la même question.
La classe souriante répond intriguée: ooooui. Le prof se saisit d'un petit sac
de sable fin et le verse dans le bocal. Evidemment, le sable se fraie un
passage dans les interstices restant, au grand contentement de la classe.
« Voyez-vous,
j'aimerais que vous compariez ce bocal à votre existence: Les pierres
représentent les choses importantes comme la famille, le couple, la santé, les
enfants. Ces choses qui font que, même si vous perdez tout le reste, votre vie
n'en demeure pas moins remplie. Les gravillons représentent les choses
importantes mais non essentielles comme le travail, la maison, la voiture . Enfin,
le sable représente les choses sans importance.
«Si vous commencez
par mettre du sable dans votre bocal, il n'y aura plus assez de place pour y
mettre ensuite le gravier et les pierres. Il en va de même de votre vie; si
vous gaspillez votre disponibilité et votre énergie pour les petites choses, il
ne vous restera jamais assez de temps pour ce qui est essentiel à votre
bonheur. Jouez avec vos enfants, prenez le temps d'être à l'écoute de votre
santé, sortez avec votre conjoint, parlez à vos parents. Il y aura toujours
assez de temps pour passer l'aspirateur ou laver votre voiture. Soignez les
pierres en tout lieu et tout moment, le reste n'est que sable qui s'écoule
entre vos doigts. »
Mais soudain, voici
qu'une élève se lève, s'approche du pupitre, se saisit du bocal, dont chacun
s'accordait à le dire enfin rempli, décapsule une canette de bière devant
l'assistance médusée et en verse l'intégralité dans le bocal...
Et le liquide de se
disperser dans les espaces insoupçonnés du récipient.
Moralité : Aussi remplie que soit ton existence
, il y a toujours de la place pour une petite bière...
Um
professor de
filosofia Um
dia, um professor de filosofia entrou na sala carregando objetos inusitados pra
uma aula da sua matéria. Toda classe ficou curiosa.
Ele
colocou sobre a mesa um vidro grande, vazio, e no bocal do vidro colocou um
funil. E foi enchendo o vidro com pedras mais ou menos grandes. Até a boca. E
ele perguntou pra classe se o vidro estava cheio. Os alunos responderam, em
coro, que siiiiiim ! Em seguida, ele pegou um punhado de gravetos
menores e colocou no funil. Os gravetos escorreram pra dentro do vidro e
tomaram os espaços que ficaram entre as pedras. E o professor, de novo, perguntou
se o vidro estava cheio. A classe toda, já intrigada, respondeu que siiiiim!
Aí, por último, o professor pegou um punhado de areia bem fina e colocou no
funil. A areia entrou nos espaços deixados pelos gravetos e preencheu tudo, até
a boca. Os alunos vibraram, pois sentiram que o vidro, a cada ação do
professor, sempre estava cheio. A primeira vez de pedras, depois de gravetos e,
por fim, de areia fina.
Aí,
o professor fez analogias. Ele comparou o vidro e os objetos à nossa vida.
Ele
disse que as pedras representam as coisas mais importantes como anças. Coisas que, mesmo que se perca tudo o mais,
preenchem a nossa vida. Os gravetos, ele compara a coisas mais ou menos
essenciais como trabalho, casa, carro. E a areia fina representa as coisas sem
importância.
Se
a gente começa por colocar, ou só coloca, a areia fina no funil, ela toma todo
o vidro e não deixa espaço pra pedras nem gravetos. Se colocarmos os gravetos
antes, ou só eles, eles não deixarão espaço pras pedras, só pra areia. A
colocação das coisas na ordem pedra/gravetos/areia fina sempre é a mais
indicada. As coisas da vida se harmonizam e se completam.
Aí,
de repente, um aluno sacou uma coisa importante. Ele tinha debaixo da carteira
uma latinha de cerveja. Levantou-se, foi até a mesa, pediu licença ao professor
e derramou o líquido dentro do vidro. A cerveja foi descendo e ocupando espaços
que sobraram entre as pedras, os gravetos e a areia fina.
Moral
da história:
Por
mais cheia que seja sua vida, sempre sobra um espaço pra uma cervejinha.
...
Era
isso, espero que tenha gostado. Abraços, Werneck.