Este é
um autor italiano muito interessante para quem se interessa pela educação, por estimular e desmistificar a
escrita, ele nos diz que:
“A imaginação não é
uma faculdade qualquer separada da mente, é a própria mente.” O processo criativo não é um dom de alguns, todo ser humano é capaz de criar mas estimular a criatividade para desenvolver as habilidades peculiares de cada indivíduo, não é uma característica de nosso
sistema educacional dominante. É importante que o educador, por tanto, possa sempre se colocar a
serviço da imaginação e não somente da
atenção e da memória como é o sistema educacional tradicional. O direito de essa criança crescer, só é conhecido por nós em palavras. Vivemos num sistema de valores que parece dizer que é proibido a uma criança, imaginar um lugar onde
“as roupas sejam gratuitas como o ar que respiramos e as flores cantem” (op. cit) . Lugares com objetos novos como um
“desrelógio” (máquina de fazer o tempo andar ao contrário). Parece que vivemos num mundo que valoriza o sacrifício e o sofrimento em prol de um futuro que nunca chega. Este livro é prático, com várias sugestões de dinâmicas, exemplos reais e propostas factíveis para qualquer universo desejado.
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