Nesta obra a autora, a autora trava um diálogo com os leitores, sobre a relação do tempo.
No principio já fala que escreveu este livro com a intenção de intrigar os leitores com sua relação com tempo, tema este que não paramos para analisar.
Fazendo com que se analise o tempo que perdemos com superficialidades, impostas, pela mídia com seus valores superficiais e o consumismo.
No transcorrer dos cinco primeiros capítulos fala sobre os valores presentes em nossas vidas, e a necessidade de reverte-los, valorizando cada momento que vivemos.
Em sua escrita faz com que se observe que a medida em que temos apenas um objetivo para nortear nossas vidas os riscos de tonarmo-nos náufragos é muito grande.
Para Lya a diversos modos de ser feliz é necessário que persigamos este ideal, para tanto temos que estar dispostos a ser felizes.
A busca da eterna
juventude onde vale tudo, para manter aparência torna-se prejudicial segundo ela, pois deixamos de
aproveitar nossa maturidade, envelhecer acaba tornando-se um sinônimo de perda e com esta fase do desenvolvimento e a tendência imposta da busca da eterna juventude não damos sentido a esta maturidade.
Os leitores são levados em toda a obra a ponderar sobre todas as etapas da vida, desde a
infância até a velhice, com isso muitos reflexos do
passado retornam ao presente.
A autora lembra seus leitores que com as vendas que nos colocamos não somos capazes de aproveitar tudo que a idade nos proporciona de bom.
Longe de ser um livro de auto-ajuda este livro tem o objetivo de fazer com que os leitores se dêem conta das possibilidades que a vida nos apresenta a cada dia.
Escrito por uma escritora
gaúcha nascida em Santa Cruz do Sul no ano de 1938, que teve o inicio de sua vida literária aos 60 anos.
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