“O Adeus a Aldeia da Luz” atormentou o espírito dos mais velhos, alimentou ansiedades e polémicas, mas também fomentou esperança, oportunidades e oportunismos. Esquisito
Durante todo o processo, o que teve maior impacto, foi a transferência dos mortos, a qual desafiou a imaginação e o espírito empreendedor do homem.
“Mariana Alcoforado”. A vida conventual da jovem professora, foi alterada com a paixão do cavaleiro Francês, o qual parou em Beja ao serviço do Rei D. João IV. Esta paixão amorosa, foi fortemente condenada pela sociedade, pelo que foi ordenada a partida do jovem cavaleiro para França.
O destino trágico de “Mariana Alcoforado”, levaria a viver uma vida de proximidade com Deus.
“A Caça” é uma actividade tão antiga como a espécie humana.
A caça representa Um instrumento de sobrevivência, ou um factor de lazer.
No mundo rural que nos cerca, existem três coisas ambições no imaginário dos Alentejanos pobres: ter trabalho, ter um porco para a matança e uma espingarda para caçar, para não falar no machismo, ou seja, o homem afirma-se pelas suas qualidades e prova-o, com o maior número de peças abatidas.
Para o homem urbano a caça é uma aventura e um regresso às origens. A caça está intimamente ligada ao património gastronómico do país.
No ponto de vista do autor “A Invasão Turística”, por um lado é muito importante no que se refere à economia de uma região, neste caso mais concretamente em vila velha, em que os turistas são bem recebidos pelas gentes da terra.
O turismo é um instrumento privilegiado nas relações interpessoais e o elo de ligação entre culturas, apesar de também ter consequências negativas, por exemplo, os esquecer das tradições, o materialismo, o aumento da taxa de criminalidade e os conflitos sociais entre os povos.
Assim, existem simultaneamente aspectos negativos e positivos derivados da invasão turística, devido às suas diferenças de cultura, costumes e capacidade económica.
Na actividade turística “O Artesanato”, é um elemento muito importante e um factor determinante na apresentação de destinos turísticos. O artesanato faz parte da história da vida dos Alentejanos, bem como da sua economia.
Uma das actividades mais antigas que se conhecem é a “Cestaria”, antigamente a cesta estava associada à mulher representativa da marca feminina, apesar de ser fabricada pelo homem. A rentabilidade económica da cestaria nos nossos dias é aliada à ocupação dos mais velhos e na recuperação simbólica do passado.
No Alentejo “A Pedra”, marca o perfil do homem Alentejano, a sua arrogância e soberba identidade. O império da pedra marca a vontade dos homens na construção de muralhas, conventos, a beleza dos fontanários, pelo que não devia ser permitida a execução deste trabalho por máquinas, mas sim pela actividade artesanal.
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