O autor neste texto articula o paradigma espaço-tempo enquanto base para se analisar os novos cenários geo-econômicos, a partir de estratégias
globais que possam incorporar as demandas locais de
desenvolvimento.
Interesses, recursos, valores convergentes, acordos e convenções conformam interorganizações, híbridas por natureza, que articulam Estado, mercado e a sociedade mais ou menos organizada, tendo a cidade como
ponto de confluência e protagonismo no processo de desenvolvimento local e regional.
As questões de poder revelam-se concretamente no cotidiano das cidades e regiões, onde formas tradicionais de planejamento, como os planos diretores, convivem com inovações que admitem a convivência de projetos diferentes ou de redundantes orientações sobre os mesmos espaços e objetivos de decisão.
A territorialização de espaços produtivos mundiais caracteriza os lugares-globais que podem representar desterritorialização de espaços nacionais sob o ponto de vista da operacionalização das atividades de produção e circulação de produtos.
Mais críticas sobre Território e Poder – a política das escalas. In Gestão do desenvolvimento e poderes locais – marcos