O tipo mais grave de cardiopatia, a insuficiência cardíaca congestiva, arruína a vida de mais de
4 milhões de americanos e é responsável por quase 1 milhão de hospitalizações e 260 mil mortes anualmente.
No Brasil, não há registro do número total de portadores de insuficiência cardíaca congestiva, mas, segundo o Ministério da Saúde, mais de 400 mil brasileiros são internados a cada ano por causa da doença.
Mas fazer a réplica de um músculo humano que bate cerca de 40 milhões de vezes por ano não é apenas um desafio mecânico. Quando o primeiro coração artificial foi usado, ele possibilitou manter vivo o
paciente durante 64 horas, até que este recebesse o
transplante de um coração humano. Mas o paciente morreu logo depois. Cientistas e engenheiros então se concentraram em aparelhos que mantivessem o paciente vivo até aparecer um doador para o transplante.