O enredo desta peça desenrola-se numa roça e retrata, de forma humorística, a simplicidade e a inocência das gentes das roças
do Brasil, no século XIX. As cenas giram, sobretudo, em torno de uma família da roça - Manuel João; Maria Rosa, sua mulher; Aninha, sua filha e o negro Agostinho - e o quotidiano de um
juiz de
paz. O juiz de paz, um homem corrupto, usa a autoridade e a inteligência para lidar com a absurda inocência daquela gente que lhe apresenta os casos mais cómicos e despropositados. Não intencionalmente corrupto, o escrivão é o seu servo mais próximo e é ele que dá seguimento às suas ordens, surpreendendo-se, por vezes, com algumas das suas decisões.