Áudio – a velha fita k7 Durante 4 décadas as fitas magnéticas foram constituídas por partículas de óxido de ferro , espalhadas num suporte de plástico flexível. Era o princípio das atuais gravações magnéticas, mas sem a garantia de uma reprodução fiel aos sons originais. Em 1971 a Basf foi a 1ª indústria a introduzir em suas k7s compactas, fitas magnéticas capazes de produzir alta fidelidade. Esse progresso só foi possível graças a utilização de
um novo
pigmento, o dióxido de cromo. A melhoria da qualidade obtida ficou a dever-se pela diminuição do tamanho das partículas que formavam este novo pigmento. Ao gravar um som, cada partícula metálica da fita constitui um verdadeiro imã em miniatura. A amplitude de freqüência máxima gravável está ligada ao maior n.º de imãs que se consiga fazer passar pela cabeça do
gravador por segundo. Concentrando mais partículas no mesmo espaço, aumenta-se a dinâmica, ou seja a capacidade de captação de um gama mais variada de som. Foi o que o fabricante fez ao conseguir agulhas de dióxido de cromo com apenas 0,8 mícron de comprimento. São necessários 3.500 agulhas em linha para completar um milímetro e tal pigmento fabrica-se a pressões de 400 kg por cm quadrados e a temperatura de 500ºC.
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