A
vida se assemelha a uma obra, cujos autores somos nós mesmos. Podemos insculpir nela uma vida romântica, sofrida, cheia
de sonhos, alegrias ou nostalgias, mas que ao terminar com as últimas linhas e ao ver-nos em um dilema de não encontrar um bom final, sempre desejamos voltar algumas páginas e trocar algum aspecto pouco agradável de modo que ao final e sem querer, nos convertemos em um personagem fictício e não real. Que faz as coisas pressionados pela mão do destino e não por mérito de nossos próprios sentimentos.